30 de ago de 2016

Boataria petista força um procurador a soltar uma nota desmentindo-os

Difícil saber onde começou, vi primeiro num título duvidoso de Folha do Uol, mas pode ter partido de líderes petistas e dali para imprensa cúmplice da cleptocracia petista, depois de ir parar na Blosta petista passou a virar 'verdade' para desatentos, isso é uma mostra do potencial de provocar desinformação que essa gente tem.
Procurador citado pela defesa de Dilma divulga nota desmentindo
Petistas cheios de más intenções espalharam a mentira que MPF teria inocentado Dilma das pedaladas e que, pedaladas não existiram, uma mentirada enorme que, dezenas de artigos com títulos semelhantes foram criados, todos mentindo - com diferentes palavras - que MPF teria inocentado Dilma.

'Procurador citado pela defesa de Dilma divulga nota desmentindo Cardozo', diz site de Folha Política:

O procurador Ivan Marx, incessantemente citado pela defesa de Dilma, divulgou uma nota em que explica que não inocentou Dilma Rousseff no caso das pedaladas. De fato, ele diz que jamais investigou atos da presidente afastada. Além disso, ele concluiu que os ministros de Dilma, servidores e diretores de bancos públicos cometeram atos de improbidade administrativa. O procurador se colocou à disposição dos senadores para esclarecimentos no julgamento do impeachment. Vale lembrar que a defesa de Dilma não o arrolou como testemunha.

Leia a nota de esclarecimento do Procurador do MPF, Ivan Marx:

Em relação às afirmações feitas por senadores e demais participantes do julgamento do pedido de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff sobre o pedido de arquivamento, por inexistência de crime, no caso das 'pedaladas fiscais', o Ministério Público Federal (MPF) esclarece:

a - Em momento algum, o procurador da República Ivan Cláudio Marx, autor do pedido, investigou atos da presidente afastada Dilma Rousseff. Em razão da atribuição, Marx investigou apenas os atos dos então ministros, servidores e diretores de bancos públicos. Dessa forma, ao concluir pela existência de improbidade administrativa e inexistência de crime, o procurador faz referência, apenas, aos atos praticados por esses últimos (ministros, servidores e diretores de bancos públicos).

b - A improbidade administrativa apontada se refere apenas aos atos ocorridos até o ano de 2014. A investigação ainda segue para definir quem, entre os investigados, foram os responsáveis pelos atos.

c- Ainda não há conclusão sobre a existência ou não de improbidade administrativa no que se refere aos atos posteriores a 2014. Há, sim, conclusão sobre a inexistência de crime.

Por fim, o procurador esclarece que é lotado em Brasília e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos aos senadores que decidirão o pedido de impeachment, não havendo necessidade de serem feitas ilações sobre seu pensamento.

Fonte: www.folhapolitica.org/2016/08/procurador-citado-pela-defesa-de-dilma.html

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